sexta-feira, 4 de março de 2011

Por que ...

novas ideias nunca dão certo? Por quê?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Cadáver Esquisito

E assim começava uma noite entre fumaças e nada
e a conversaboa entre amigos se esvaía
e a vontade nos batia aos dentes
aos crentes de novo mundo e nova noite
enquanto Vivaldi e Handel invadiam nossos ouvidos
como pássaros cinzas que sobreviviam em ares de cantos velhos
já que mais vale a amizade nesse mundo perdido.

Augustto Cipriani e Matheus Saldanha

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

"Sampa"

Esse ano vim parar na capital de São Paulo pelo menos umas 10 vezes, e não é fácil tanto ir e vir.
Conheço o caminho de Marília até aqui como a palma da minha mão.
Sempre venho pra cá fazer coisas que julgo importantes, ver gente que gosto, ir a lugares novos, conhecer pessoas sensacionais com histórias de vida fabulosas, passar vergonha, enfim, venho fazer de tudo um pouco.
Mas o grande problema MESMO, é o caminho daqui até Marília.

Pode parecer não ter diferença alguma a ida ou a volta, mas tem.
Sair daqui e chegar na Castelo Branco, é quando o coração aperta de um jeito esquisito. Parece fim de namoro, morte de gente querida ou coisa do tipo, sabe? É uma onda ruim que vem tomando conta e fica pelo menos nos primeiros 200km de volta.

MAS POR QUE DIABOS EU VOLTO PRA MARÍLIA?

Pode parecer que não gosto de Marília, mas lá não é uma cidade ruim. Tenho os amigos e conhecidos da faculdade, tenho os velhos bares pra encher a cara quase todo dia pra espantar a canseira de fim de semestre, mas São Paulo é São Paulo. Tenho uma ligação inexplicável com essa cidade. Caetano explicou BEM melhor que qualquer um, e olha que, assim como eu, ele não é paulistano.

Agora eu vou ali tomar um banho e me preparar pra voltar pra Marília logo menos, enquanto vocês ouvem Caetano.


domingo, 12 de dezembro de 2010

A Arte de Ser Abstrato

Nos últimos meses deixei minha vida pessoal de lado.
Não procurei emprego, fiz dezenas de dívidas, engordei, fui exposto à exaustidão corporal e mental.
Isso não significa também que fiquei parado, estático e, por isso, não postei no blog.

Na verdade, o que fiz foi transferir minha vida pessoal para um patamar meio distante da minha antiga realidade.
Me mudei pra Marília, como quem acompanha aqui já sabe (mesmo eu me negando a crer que alguém acompanhe meu blog, existem visitas diárias, duas ou três, em dias BEM movimentados), pra cursar a universidade, e enfim colocar meus ideais totalmente em prática.


Rodei o estado de São Paulo quase todo. Passei por Araraquara, Bauru, Sorocaba, São Paulo, Campinas e outras cidades que não lembro direito, e às vezes, mais de uma vez em cada cidade para divulgar alguns desses ideais e lutar por melhorias na educação, contra a homofobia, o machismo e o racismo, e dezenas de outras coisas que acho que não estão bem faz um tempo já.

E foi assim que, de certo modo, troquei minha vida pessoal pela vida de militância verdadeira. Digo verdadeira porque militei por três anos no movimento secundarista e fui filiado a um partido e digamos que não há mais militância por lá devido a DEZENAS de fatores degenerativos.

E é isso, me abstraí totalmente dos meus planos de montar banda, trabalhar com cultura e coisas do tipo.
Planejei no mínimo quatro vezes procurar uma banda, planejei incorporar o lúdico ao político, planejei montar um blog com dezenas de outros assuntos, planejei lançar um livro, planejei transformar um personagem meu num vlog, planejei, planejei e planejei.

É isso aí, Platão, inventou essa de Mundo das Idéias e FODEU com a concretude.

P.S.: Eu só queria postar alguma coisa, tirar as teias de aranha e tal. É isso.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Sobre "Sobre Amar I" e "Marília"

Bom, tenho notícias depois de tanto tempo. Não achei os poemas que tinha perdido, mas depois de passar um mês sem fazer praticamente nada a não ser preencher os vazios que as amizades à distância fez, consegui lembrar de quase todos os poemas escritos no último semestre.

Isso quer dizer que em breve, ou seja, assim que eu der uma melhorada nos poemas, vou postar aqui pra matar saudade. Ah, o livro foi pro saco, e isso eu digo sem ter informado o Nícollas, porque eu ando sem vontade disso no momento.

Ah, visitem o blog dele. http://aflautavertebra.blogspot.com/

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Breve explicação

Quanto ao último texto, ele não faz parte da minha nova onda produtiva.
Ele nada mais é do que uma expressão breve da maldita saudade que estou sentindo da minha terra.
E o que é a felicidade de um homem senão os amigos?
Bom, além disso, eu estava MUITO bêbado, o que não permitiu que o rigor e o estilo novo viessem à tona.
Agradeço pela compreensão.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Ode aos Velhos Amigos

Matei a saudade dos bons amigos
admirando as fotos dos melhores momentos imortalizados,
e admirando em minha memória os melhores momentos vividos.

E assim, sentindo algo inexplicável,
me senti melhor, mais vivo, acolhido pelos braços solidários
das amizades que sobrevivem a todo tipo de adversidade.

No passado eu vivia com eles,
hoje eu respiro a lembrança de todo uma vida que não deixei pra trás,
só dei uma pausa pra poder vivê-la depois, e com mais intensidade.

Amigos, é o que eu chamo de saudade.
Essa coisa que destrói e acalma a todo momento.

Augustto, Brener, Eduardo, Felipe, Marcus, Osvaldo e Renan,
um brinde à amizade de toda uma vida.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Um alívio

Hoje eu posso respirar mais aliviado: achei meu estojo. Estou com ele desde ontem, e ainda não abri, porque eu precisava mais era dele em si. E estava onde eu tiha imaginado da primeira vez, mas o Danilo não procurou direito. Bom, agora que tenho meu estojo de volta, posso ficar mais calmo.

Fora isso, não tenho nada de útil pra escrever aqui, então, abraços e até a próxima.

Ah, pra ler besteira: @mathinconcert


sábado, 29 de maio de 2010

Novas ideias

Acabei de pensar numa nova ideia: vou adquirir uma câmera e fazer "O Diário de Michael Robert Jones" via YouTube. Não seria uma coisa tão ruim, eu acho. Daria uma cara nova pras coisas, e eu poderia tentar me aventurar por horizontes nunca antes explorados por mim. A ideia é simples, mas o difícil mesmo é eu conseguir a câmera. Vida de universitário é assim. Bebo mais que vivo.

Ah, além disso, dá pra fazer uns vídeos de mim tocando umas músicas legais, que não foram compostas por mim, claro. Falando em música, preciso retomar as aulas de piano. Muito bom aprender a tocar alguma coisa diferente depois de um certo tempo fazendo a mesma coisa.

Por enquanto, é isso. A UNESP de Marília está com dois cursos em greve, e um deles é o meu. Vou pra casa, porque preciso escrever umas cartas e bolar umas ideias sobre como ajudar na mobilização. Estudantes, uni-vos, é hora de lutar por uma educação presencial pública de qualidade.